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Mestres

Nossos estudos dialogam com autores que ampliaram os horizontes da ciência, integrando complexidade, cultura, ética e transformação social.

Team

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Edgar Morin

 nos propõe uma abordagem que transcende a fragmentação do conhecimento e defende a integração entre a cultura científica e a cultura humanista argumentando que essa divisão fragmenta a compreensão da realidade e impede uma abordagem mais completa dos fenômenos do mundo.

 Para ele, a ciência sem humanismo pode se tornar fria, tecnocrática e desprovida de significado social. Assim, o resgate dessa relação implica reconhecer que os métodos científicos e os valores humanísticos são interdependentes: os primeiros fornecem ferramentas para entender o mundo, enquanto os segundos oferecem a base para interpretar, avaliar e dar sentido a esse conhecimento.

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Humberto Maturana

 

 juntamente com Francisco Varela, introduz o conceito de autopoiese e autorganização para explicar o que distingue os sistemas vivos dos sistemas inanimados. Ele demonstra que os sistemas vivos – sejam eles organismos individuais ou comunidades humanas – se sustentam por meio de uma complexa rede de interações internas e com o ambiente. Essa perspectiva não apenas explica a origem e a evolução dos seres vivos, mas também propõe uma compreensão mais profunda da condição humana, na qual a nossa evolução social e cultural é uma extensão dos processos de autorganização que caracterizam a vida.

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Jöel de Rosnay

propõem que a verdadeira compreensão dos fenômenos vivos depende de uma visão global e interconectada, sugerindo caminhos inovadores para compreender e gerenciar a complexidade do mundo atual. Promove  uma visão que contempla tanto os aspectos quantitativos como  qualitativos da realidade.
Destaca, ainda, que os sistemas vivos se organizam em níveis hierárquicos – desde moléculas e células até organismos, sociedades e ecossistemas. Essa dinâmica hierárquica permite que a mudança em um nível repercuta em outros, evidenciando a interdependência em todas as escalas do micro até o macro.

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Fritjof Capra

 

apresenta uma forma de compreender os sistemas vivos a partir de princípios interconectados e dinâmicos que integram as dimensões biológicas, cognitivas, sociais e ecológicas da vida.

​ No cerne dessa compreensão encontra-se uma profunda mudança na visão de mundo e um novo tipo de pensamento em termos de relacionamentos, padrões e contexto. Uma visão crucial  para entendemos  organismos vivos, sistemas sociais ou ecossistemas. 

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Pierre Bourdieu

 explica como os indivíduos incorporam, de forma inconsciente, as condições históricas e sociais em que estão inseridos, revelando, assim, a natureza dinâmica e muitas vezes oculta das desigualdades sociais. onde se dão lutas constantes por poder e reconhecimento. Ele mostra, ainda, que as relações de poder não se manifestam apenas por meio de recursos financeiros, mas também por meio de práticas culturais, educacionais e simbólicas.

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Antônio Damásio

explica como  o cérebro humano é um organismo em constante formação, cujas estruturas e funções são significativamente moduladas pelas experiências culturais e emocionais. Ao demonstrar a interconexão entre o corpo, a mente e o ambiente cultural, ele enfatiza que a cultura “formata” o cérebro ao influenciar os processos de aprendizagem, a tomada de decisão e a expressão das emoções. Essa visão integrada reforça a ideia de que, para compreender a mente humana, é imprescindível considerar não apenas os aspectos biológicos, mas também os contextos sociais e culturais que moldam nossa existência.

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Chiara Lubich 

  é reconhecida por sua abordagem sapiente que transcende os limites do pensamento puramente científico. Apresenta uma compreensão sistêmica e complexa das realidades humanas e propõe a união dos seres humanos por meio do diálogo, da transformação interior e da construção de comunidades solidárias.

Recebeu 16 títulos de Doutora Honoris Causa de universidades ao redor do mundo em diversas áreas da ciências humanas e...

Ao enfatizar a interconexão entre os aspectos culturais, sociais e sapienciais da existência, ela nos convida a repensar a forma como nos relacionamos com nós mesmos, com os outros e com o mundo, abrindo caminho para uma nova visão de humanidade baseada na fraternidade universal e na integração de todas as dimensões da vida.

A Página 2 "De mãos dadas com Gigantes" apresenta a lista de autores que são nossas principais referências com suas fotos e "idéias- chave" , conforme apresentado anteriormente

Excelente escolha de título, Professora.
“De mãos dadas com Gigantes” é forte, simbólico e intelectualmente honesto. Ele comunica linhagem sem subserviência.

Vou estruturar a Página 2 com:

  • Introdução breve (tom inteligente acolhedor)

  • Lista organizada dos autores

  • Ideias-chave sintéticas (site pede clareza)

  • Linguagem que conecta todos à identidade do Instituto

🌍 Página 2 — De mãos dadas com Gigantes

O Instituto Piero Pasolini nasce no Brasil, mas caminha apoiado em um diálogo internacional de pensadores que transformaram a compreensão contemporânea da vida, da mente e da sociedade.

Não se trata de repetir ideias.
Trata-se de continuar uma conversa.

Nossa escola de pensamento dialoga com autores que ampliaram os horizontes da ciência, integrando complexidade, cultura, ética e transformação social.

🧠 Edgar Morin

Ideia-chave: Complexidade e integração entre ciência e humanismo

Morin propõe superar a fragmentação do conhecimento. A ciência precisa do humanismo para não se tornar tecnocrática; o humanismo precisa da ciência para não se tornar abstrato. Conhecer é integrar.

🔄 Humberto Maturana

Ideia-chave: Autopoiese e autorganização

Os sistemas vivos se produzem e se mantêm por meio de redes de relações. A vida não é apenas estrutura, é processo. Comunidades humanas também se organizam a partir dessas dinâmicas.

🌐 Joël de Rosnay

Ideia-chave: Visão global e interdependência hierárquica

Os sistemas vivos organizam-se em níveis interconectados — do molecular ao social. Mudanças em um nível repercutem nos demais. Compreender é perceber padrões e interações.

🌱 Fritjof Capra

Ideia-chave: Pensamento sistêmico e mudança de paradigma

Capra nos convida a pensar em termos de relações, padrões e contexto. Organismos, sociedades e ecossistemas compartilham princípios organizacionais comuns.

⚖️ Pierre Bourdieu

Ideia-chave: Poder simbólico e estrutura social

As desigualdades não são apenas econômicas. Elas se reproduzem por meio de práticas culturais e educacionais. A sociedade é um campo de forças em constante disputa.

🧬 António Damásio

Ideia-chave: Corpo, emoção e cultura moldando o cérebro

O cérebro é plástico e culturalmente modulado. Emoções, experiências e ambiente social participam ativamente da construção da mente.

🧠🔗 Miguel Nicolelis

Ideia-chave: Plasticidade cerebral e redes interbrain

O cérebro não é um sistema isolado. Ele pode interagir com máquinas e potencialmente com outros cérebros, ampliando as fronteiras da comunicação e da colaboração humana.

🤝 Chiara Lubich

Ideia-chave: Unidade, diálogo e fraternidade como princípio organizador

Lubich propõe uma visão sapiente da realidade, onde transformação interior e construção de comunidades solidárias são dimensões inseparáveis.

🌿 Síntese da Página

Esses pensadores não representam um conjunto fechado, mas um campo vivo de diálogo.

O IPP inspira-se nessa tradição para desenvolver uma Escola de Pensamento sobre Sistemas Vivos — científica, filosófica e com implicações ético-políticas claras — comprometida com a saúde do organismo humano e da sociedade.

Se a senhora desejar, podemos agora:

  • Criar uma frase-eixo que unifique todos em uma única moldura conceitual

  • Ajustar o texto para versão mais acadêmica

  • Ou preparar a Página 3 mantendo coerência narrativa

O que prefere como próximo passo?

Pagina 3 - Com imagens ilustrativas faço uma síntese das idéias e chaves e destaco a escala de valores que norteiam nosso agir científico:  1.A vida se gera por si mesma  2. Os sistemas vivos tem propriedades que emergem das interações entre as partes 3. O organismo humano está entrelaçado com o meio social  4. O meio social  integra os campos politico, econômico e cultural  5. O organismo humano  e o meio social são indissociáveis  da vida do planeta  6. A vida do planeta e do ser humano  depende do horizonte de sentido que o ser humano atribui à ela ESCALA DE VALORES  1. Biológicos: Vida, Saúde, Segurança   2. Sociais: Justiça, Ética. Solidariedade, Liberdade, ​ 3 . Ecológicos: Sustentabilidade, Preservação Ambiental​ 4. Existenciais: Sentido da Vida, Sabedoria, 

 

Instituto Piero Pasolini. Associação Cientíca sem fins lucrativos. 

                                                                 

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