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Regina Monteiro

 Morin nos propõe uma abordagem que transcende a fragmentação do conhecimento e defende a integração entre a cultura científica e a cultura humanista . Em sua obra, ele critica a visão reducionista que separa rigor científico e valores humanísticos, argumentando que essa divisão fragmenta a compreensão da realidade e impede uma abordagem mais completa dos fenômenos do mundo.

 Para ele, a ciência sem humanismo pode se tornar fria, tecnocrática e desprovida de significado social. Assim, o resgate dessa relação implica reconhecer que os métodos científicos e os valores humanísticos são interdependentes: os primeiros fornecem ferramentas para entender o mundo, enquanto os segundos oferecem a base para interpretar, avaliar e dar sentido a esse conhecimento.

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Durvanei Maria

 

Maturana, juntamente com Francisco Varela, introduziu o conceito de autopoiese e autorganização para explicar o que distingue os sistemas vivos dos sistemas inanimados. Ele demonstra que os sistemas vivos – sejam eles organismos individuais ou comunidades humanas – se sustentam por meio de uma complexa rede de interações internas e com o ambiente. Essa perspectiva não apenas explica a origem e a evolução dos seres vivos, mas também propõe uma compreensão mais profunda da condição humana, na qual a nossa evolução social e cultural é uma extensão dos processos de autorganização que caracterizam toda a vida.

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Annamaria Giangrandi

Rosnay propõem que a verdadeira compreensão dos fenômenos vivos depende de uma visão global e interconectada, sugerindo caminhos inovadores para compreender e gerenciar a complexidade do mundo atual. promovendo.  uma visão que contempla tanto os aspectos quantitativos como os qualitativos da realidade.
Destaca, ainda, que os sistemas vivos se organizam em níveis hierárquicos – desde moléculas e células até organismos, sociedades e ecossistemas. Essa dinâmica hierárquica permite que a mudança em um nível repercuta em outros, evidenciando a interdependência em todas as escalas do micro até o macro.

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Cristiane Guerreiro

 

Capra apresenta uma forma de compreender os sistemas vivos a partir de princípios interconectados e dinâmicos que integram as dimensões biológicas, cognitivas, sociais e ecológicas da vida.

 No cerne dessa compreensão encontra-se uma profunda mudança na visão de mundo e um novo tipo de pensamento em termos de relacionamentos, padrões e contexto. Uma visão crucial  para entendemos  organismos vivos, sistemas sociais ou ecossistemas. 

Site :https://redesenha.com.br/index.php

 

Instituto Piero Pasolini. Associação Cientíca sem fins lucrativos. 

                                                                 

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